Casa-barco – uma opçāo maravilhosa de hospedagem em Amsterdam

Nossa passagem por Amsterdam foi maravilhosa por tudo que a cidade oferece. Mas houve um diferencial – nossa casa-barco. Quando retornávamos dos passeios e entravamos na nossa casa com uma sala ampla, cozinha, banheiro, quarto e uma varanda na beira da água… puro sonho! A paisagem linda para direita e para a esquerda do canal Prinsengracht emoldurava nossas manhãs e nossas noites. O barco também possui aquecimento em todos os cômodos.

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Ser Māe é diferente de ser Māe&pai = Supermāe

Ser uma supermāe é dormir sempre com um olho aberto, acordar todos os dias antes ou com o raiar do sol, trabalhar muito, ter muita energia para brincar, oferecer o carinho genuíno, ser enérgica, ser tolerante, enfim ser dois perfis em uma só pessoa!
Imaginar que todas as responsabilidades da educaçāo formal e informal, espiritual e financeira, dependem de uma única pessoa, um ser humano comum, uma mulher …
A construçāo de um projeto de vida para administrar um lar sendo māe&pai requer muita fé, energia, criatividade, realismo, foco, humildade em aceitar erros e acertos para iniciar ou reiniciar tudo novamente. Ter a clareza que cada hora do dia é um novo desafio, que nāo possuímos manual de intruçāo e nāo podemos dividir absolutamente nada… Alegrias, tristezas, conquistas.
Nossas lágrimas de māe diante do nosso filho que está com alguma dificuldade ou doente, sāo substituídas por atitudes e providências.
Neste dia das Māes quero homenagear todas as Māes&Pai que muitas vezes nāo podem chorar ou serem mais condescendentes com seus filhos, pois nāo conseguem se distanciar da responsabilidade solitária de construir seres humanos plenos!
Quero também homenagear os filhos oriundos desses lares, que de alguma maneira sabem administrar as lacunas que por ventura tenham em suas vidas.
Em especial, minha homenagem aos meus filhos Francisco Gustavo e Joāo Pedro, que além de me ensinarem a ser māe, foram inúmeras vezes tolerantes e compreensivos com meu papel de Māe&pai.
Voces sāo a prova viva que nosso projeto foi exitoso!!!
Meu amor e admiraçāo.

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Gaivota com necessidades especiais

          Durante o café da manhã em Rotorua (New Zealand), observamos na mesa ao lado da nossa, várias gaivotas saboreando sobras de alimento.

          Mas uma gaivota em particular, chamou a nossa atenção… Ela era cotó! …  não precisava de muletas e pulava em uma só patinha como se estivesse coriografada para uma apresentação de balé. Quando desequilibrava, a asa oposta a pata mutilada abria discretamente para que ela pudesse recuperar o equilibrio. Disputava o alimento com as demais de igual para igual e estava rodeada pelas companheiras.    Quando alçaram  vôo, a sua patinha cotó em nada ofuscou a bela anatomia da sua trajetória  descrita no ar!

          Observando–a, pensei nos seres humanos. Quantas pessoas por apresentarem alguma diferença, são abandonadas por seus pares e desistem de disputar de igual para igual seu alimento. Permitem que sua patinha cotó  impeça o seu alçar vôo e  ofusque a sua trajetória pela vida, na busca e na luta por seus objetivos.

          Pense na gaivota cotó.

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